terça-feira, 9 de agosto de 2011
Essas baratas são um barato. Issa!!!
Em uma viagem pelo litoral do sudeste brasileiro, mais espeificamaente Rio de Janeiro e Espírito Santo por onde visitamos e pasamos por várias praias com os mais diversos feitios como os tons da água do mar, a altura das ondas, a textura da areia e tudo mais .
Na época dessa última viagem em família, que pra mim foi a melhor e a mais marcante pois estava conhecendo o mar pela primeira vez, eu que hoje tenho mais de 25 anos naquele tempo tinha 12.
A minha imaginação sempre foi muito fértil, acho que é por gostar tanto de desenhos animados, mas passando ao entardecer, de carro por uma das praias eu viajei e mergulhei ne minha imaginação. Agora não era uma praia qualquer com aquelas marolinhas(ondinhas), mas sim o cenário ideal pra uma estória que tomou o senso de humor por alguns minutos, no momento, por ser tão bizarra e por alguns anos também , porque toda vez que me pego lembrando dela é inevitável não rir sozinha. Eis a história a seguir:
Lá estava eu olhando aquelasa pequenas ondinhas pela janela do carro no banco de trás. Enquanto ele andava a minha cabeça criava uma estória de um mundo paralelo: o mundo fantástico das baratas que curtiam uma prainha, morô!
Era como se eu tivesse vendo as baratinhas de biquíni e óculos de sol, as fêmeas, óbvio! Os biquínis e maiôs das estampas mais diversas. Uma observação a ser feita: tudo na escala do tamanho de baratas reais, como mobílias de boneca, entendem?! Enfim, os baratos surfando, pegando mó tubo, issa!!! Pra quem não sabe, pegar um tubo é pegar a ondase fechando, quase acabando. Outras pegando onda sem prancha. A gente chama isso de pegar jacaré. Algumas baratinhas fêmeas pegando um bronze e os machos, sem perder tempo passando protetor em algumas gatinhas...ops...baratinhas.
Kangas estendidas sobre a areia, um quiosque vendendo água de minicocos, com minis mesas, cadeiras e guarda sóis. Sobre as mesas, minis copos, garrafas, frascos de protetores e bronzeadores, pratos usados.
Em algumas mesas, turmas de baratas enturmadíssimas conversando alto pois adiante tinha a turma com o maior sonzaço e dançando à valer. Como nem tudo é perfeito tinham uns bebuns incovenientes que insistiam em acabar com a farra, mas já tavampra lá de Bagdá e uns 500 coqueiros pra isso.
O resto do pessoal continuava a se divertir.
Essa estória onde baratas são personagens pode até causar certo nojo e repulsa, mas se não ligarem pra isso essas baratas são ou não são um barato, hein?
Patrícia Lobato
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