Eu não tenho nada a escrever, essa poetisa não escreve mais nenhuma linha. Agora só faço tricô, faço caminhada, às vezes dou uma corridinha e ouço rádio. E, às vezes, lavo a louça da manhã.
E a poetisa acordou:
Futuro, onde estás que não vejo
onde estás que não te alcanço
Futuro você é tão invisível
Oh, Futuro só agora ando
te percebendo no meu
presente acredita?
Pat "Poeta"