domingo, 22 de março de 2015

A volta da poeta

       Eu não tenho nada a escrever, essa poetisa não escreve mais nenhuma linha. Agora só faço tricô, faço caminhada, às vezes dou uma corridinha e ouço rádio. E, às vezes, lavo a louça da manhã.

E a poetisa acordou:

Futuro, onde estás que não vejo
onde estás que não te alcanço
Futuro você é tão invisível
Oh, Futuro só agora ando 
te percebendo no meu 
presente acredita?

                                                    Pat "Poeta"