Terceira fase poética- Discromia(licença poética)
Discromia poética:É o caos representado por palavras. Esse caos é o "concreto" na realidade e os devaneios de uma mente fértil fora do seu normal. Não só expressão de sentimentos doídos como sempre foi, mas uma tentativa de expressão do que foi visual e o resultado do que pude processar com palavras. Essa Discromia decorreu de um conceito que elaborei no caos da minha mente, e do caos que me circunda e que reflete me todo meu "Eu", no que tange a mente e nos sentimentos nada agradáveis que me causa. É tudo difuso! Os meus delírios maníacos, o meu comportamento diante das situações, as quais eu nunca teria me colocado diante delas em sã cosciência. Eu decidi, portanto, lhe dar com a concretude da minha mente maníaca com a parte sã, pois o limite entre as duas é muito tênue!
Só depois de muito tempo consigo tratar meus horrores mentais com alguma simbologia. Essa que traz o concreto das minhas ações e o reflexo visual que consegui trazer disso tudo, está inaugurada a DISCROMIA POÉTICA.
Eis a primeira POESIA DISCROMÁTICA:
TEMPESTADE
Pude vislumbrar ao longe
a fotografia do meu ser
Depois da tempestade que antes esteve aqui.
Tijolos, paredes em ruínas
Vento e poeira
Cacos à mil.
Primeiro você avalia o caos
depois: puxa, o que vou fazer agora?
Começa a catar o que sobrou
Ah! Nem tudo se aproveita
deixa algumas coisas pra trás.
Do restante da parede que ficou
Tornou-se um muro
dos cacos que você pegou
Numa figura que se transformou
E a figura foi "?"
Nada é definitivo!
Outra tempestade ainda virá
E a reconstrução vai recomeçar
e nada mais volta pro lugar
E um novo panorama vai surgir
e, perplexo você vai ficar!
Autora: Pat L.M.
PANORAMA
Um novo panorama se forma
E você, embasbacado, olha
Não acredito no que fez!
Não é inteiro
As peças não se encaixam todas.
Há escombros em volta
não cabe a mim consertar
O melhor construtor é o Tempo!
E não é o do relógio
Esse tem muita pressa, não é?
São só 60 minutos
E o tempo do Universo é infinito.
É impressionante no que transformamos o tempo
e o intervalo de 60 minutos parecem mas 60 segundos
Na reconstrução da mente e
do vislumbre de um novo você.
Autora: Pat L.M.
TIRAR LEITE DE PEDRA
*Quebre os sentimentos petrificados pela tempestade de areia;
*Use o que sobrou como quiser;as pedras grosseiras; as pedras menores e o pó;
*Eu utilizo para transformar em palavras que são minhas matérias-primas;
*Reserve material pros desabafos, pra tacar numa parede qualquer!E aliviar-se!;
*reserve uma parte pra reflexão, o pó serve!
*E pra mim reservo o que der pra construir uma poesia discromática!
Autora: Pat L.M.
DISCROMIA AMBULANTE
Se antes era UTOPIA
Agora sou escrita à cabo de aço
Se antes era sonho
Agora ele está escrito à CONCRETO
Se antes era POTE DE VIDRO
Agora sou MOSAICO
Se um dia CAVALO foi coragem
Hoje ele é um brinquedo de MADEIRA.
Se um dia fui uma CIGARRA QUE CANTA
hoje fui um CIGARRO quase aceso nas mãos
A música um dia me INUNDOU
Hoje a inundação virou CIMENTO com lágrimas
EU PREFIRO SER
ESSA METAMORFOSE AMBULANTE
DO QUE TER AQUELA VELHA OPINIÃO
FORMADA SOBRE TUDO! (Raul Seixas)
O cimento, virou PATRÍCIA!
ou pelo menos o coração!
Se a minha poesia foi DRAMÁTICA
Hoje é DISCRÔMICA
E o que é isso?
ENLOUQUEÇA e APAREÇA!(parafraseando Renato Russo)
INSANIDADE MÁXIMA
Não há como não ver
Há como negar!
Não por muito tempo
ou toma conta de ti
de vez!
A loucura as vezes grita
as vezes fala baixo
ou simplesmente se instala
na parte interior dos olhos
uma tatuagem?
Datashow?
nada, tudo registrado no HD!
mas registrado pelas câmeras do
corpo humano: os olhos!
e pela mente: o HD
Autora: Pat L. M.
BAGUNÇA MENTAL
Na mente deve ter um porão com fundos
Vai guardando os entulhos de qualquer jeito
um dia a bagunça toma conta
mas o entulho não vai sair pelo ouvido sabia?
Dá um jeito!
O que dá pra fazer?
Dá pra organizar?
Como?
Chama a Faxineira?
Quem? Aquela da televisão?
Não vai adiantar viu!
Autora: Pat L.M.
Discromia poética:É o caos representado por palavras. Esse caos é o "concreto" na realidade e os devaneios de uma mente fértil fora do seu normal. Não só expressão de sentimentos doídos como sempre foi, mas uma tentativa de expressão do que foi visual e o resultado do que pude processar com palavras. Essa Discromia decorreu de um conceito que elaborei no caos da minha mente, e do caos que me circunda e que reflete me todo meu "Eu", no que tange a mente e nos sentimentos nada agradáveis que me causa. É tudo difuso! Os meus delírios maníacos, o meu comportamento diante das situações, as quais eu nunca teria me colocado diante delas em sã cosciência. Eu decidi, portanto, lhe dar com a concretude da minha mente maníaca com a parte sã, pois o limite entre as duas é muito tênue!
Só depois de muito tempo consigo tratar meus horrores mentais com alguma simbologia. Essa que traz o concreto das minhas ações e o reflexo visual que consegui trazer disso tudo, está inaugurada a DISCROMIA POÉTICA.
Eis a primeira POESIA DISCROMÁTICA:
TEMPESTADE
Pude vislumbrar ao longe
a fotografia do meu ser
Depois da tempestade que antes esteve aqui.
Tijolos, paredes em ruínas
Vento e poeira
Cacos à mil.
Primeiro você avalia o caos
depois: puxa, o que vou fazer agora?
Começa a catar o que sobrou
Ah! Nem tudo se aproveita
deixa algumas coisas pra trás.
Do restante da parede que ficou
Tornou-se um muro
dos cacos que você pegou
Numa figura que se transformou
E a figura foi "?"
Nada é definitivo!
Outra tempestade ainda virá
E a reconstrução vai recomeçar
e nada mais volta pro lugar
E um novo panorama vai surgir
e, perplexo você vai ficar!
Autora: Pat L.M.
PANORAMA
Um novo panorama se forma
E você, embasbacado, olha
Não acredito no que fez!
Não é inteiro
As peças não se encaixam todas.
Há escombros em volta
não cabe a mim consertar
O melhor construtor é o Tempo!
E não é o do relógio
Esse tem muita pressa, não é?
São só 60 minutos
E o tempo do Universo é infinito.
É impressionante no que transformamos o tempo
e o intervalo de 60 minutos parecem mas 60 segundos
Na reconstrução da mente e
do vislumbre de um novo você.
Autora: Pat L.M.
TIRAR LEITE DE PEDRA
*Quebre os sentimentos petrificados pela tempestade de areia;
*Use o que sobrou como quiser;as pedras grosseiras; as pedras menores e o pó;
*Eu utilizo para transformar em palavras que são minhas matérias-primas;
*Reserve material pros desabafos, pra tacar numa parede qualquer!E aliviar-se!;
*reserve uma parte pra reflexão, o pó serve!
*E pra mim reservo o que der pra construir uma poesia discromática!
Autora: Pat L.M.
DISCROMIA AMBULANTE
Se antes era UTOPIA
Agora sou escrita à cabo de aço
Se antes era sonho
Agora ele está escrito à CONCRETO
Se antes era POTE DE VIDRO
Agora sou MOSAICO
Se um dia CAVALO foi coragem
Hoje ele é um brinquedo de MADEIRA.
Se um dia fui uma CIGARRA QUE CANTA
hoje fui um CIGARRO quase aceso nas mãos
A música um dia me INUNDOU
Hoje a inundação virou CIMENTO com lágrimas
EU PREFIRO SER
ESSA METAMORFOSE AMBULANTE
DO QUE TER AQUELA VELHA OPINIÃO
FORMADA SOBRE TUDO! (Raul Seixas)
O cimento, virou PATRÍCIA!
ou pelo menos o coração!
Se a minha poesia foi DRAMÁTICA
Hoje é DISCRÔMICA
E o que é isso?
ENLOUQUEÇA e APAREÇA!(parafraseando Renato Russo)
INSANIDADE MÁXIMA
Não há como não ver
Há como negar!
Não por muito tempo
ou toma conta de ti
de vez!
A loucura as vezes grita
as vezes fala baixo
ou simplesmente se instala
na parte interior dos olhos
uma tatuagem?
Datashow?
nada, tudo registrado no HD!
mas registrado pelas câmeras do
corpo humano: os olhos!
e pela mente: o HD
Autora: Pat L. M.
BAGUNÇA MENTAL
Na mente deve ter um porão com fundos
Vai guardando os entulhos de qualquer jeito
um dia a bagunça toma conta
mas o entulho não vai sair pelo ouvido sabia?
Dá um jeito!
O que dá pra fazer?
Dá pra organizar?
Como?
Chama a Faxineira?
Quem? Aquela da televisão?
Não vai adiantar viu!
Autora: Pat L.M.
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